Sem condições de comprar ração para os cãezinhos de rua, menina de 7 anos junta latinhas para ajudar os pequeninos

O amor das crianças pelos animais é a coisa mais emocionante e envolvente que já vimos. É um sentimento puro e inocente e são retribuídos pelos pequenos com muitas provas de fidelidade e amor incondicional.

Isabel, uma menina encantadora, de 7 anos, é apaixonadas por cãezinhos de rua. E seu desejo sempre foi ajudar os pequeninos, com ração e água, para colaborar com o bem estar deles.

Mas sua família não têm condições de comprar ração para todos que ela encontra na rua, mas a destemida Isabel não deixou que isso a impedisse de ajudar os peludinhos.

A pequena isabel encontrou uma maneira de ajudar os cãezinhos da rua: Catar latinhas para vendê-las e, assim, comprar a ração dos patudinhos.

Além da paixão pelos animais, o coração da menina também bate mais forte quando se trata do time de futebol “Sport Club Internacional” e seu sonho era conhecer o jogador Andrés D’Alessandro.

Muitos internautas compartilharam a história de isabel nas redes sociais, até que a publicação chegou até o jogador que resolveu conhecer a garotinha.

Veja no vídeo abaixo, o sonho de Isabel se tornando realidade:

E adivinha o que essa linda e encantadora garotinha quer ser quando crescer? Veterinária…

Amor, compaixão e solidariedade, essa é a lição que Isabel nos deixa. Com toda essa vontade e perseverança, temos certeza que ela realizará mais esse sonho e se tornará uma excelente doutora dos animais. Parabéns, Isabel, você merece todo o nosso respeito e admiração.

Fonte: aconteceu.net

Mercado inova oferecendo carrinhos especiais para pets, na hora das compras!!!

Ótima notícia para quem tem animais de estimação e adoram levar seus pequeninos à todos os lugares, inclusive às compras.

Na Itália, um mercado inovou com a ideia, simples, mas brilhante de agradar os donos de pets.

O proprietário da loja “Unes”, na cidade de Liano, Gianfranco Galantini, disse que, depois de ver tantos cães sendo forçados a esperar do lado de fora do mercadinho enquanto seus  donos faziam as compras, teve a ideia de adaptar os carrinhos de compras para que seus clientes pudessem ser acompanhados por seus amados “filhos”.

Assim, os clientes não precisariam se apressar, ficando mais à vontade com seus peludos do lado.

Cada carrinho foi adaptado com uma divisória, permitindo que os pequeninos passeiem ao longo dos corredores separados dos mantimentos. Por enquanto, os carrinhos estão sendo usados para cães de pequeno porte.

Nesse espaço dedicado aos patudinhos, o carrinho tem uma superfície plana na parte inferior para que eles fiquem confortáveis e consigam se sentar sem se machucar.

“Agora os clientes não precisam mais ter que deixá-los do lado de fora, podendo demorar o tempo que precisam para fazer suas compras, com tranquilidade”, disse Gianfranco. “A iniciativa foi lançada recentemente, mas já percebemos o quanto nossos clientes gostaram da novidade”.

O mercado já permitia que os pequenos peludos entrassem no local, mas eles precisariam permanecer no colo dos tutores.

Os carrinhos passam por uma higienização após cada utilização, assim não causam problemas para os outros clientes, diz Gianfranco.

No começo, um cãozinho latiu um pouco ao entrar no carrinho, mas logo se acalmou quando o passeio pelo mercadinho começou.

A iniciativa de Gianfranco deu tão certo que em breve poderá se espalhar. Proprietários de outras unidades do mercado “Unes” estão entrando em contato com Gianfranco para introduzir os carrinhos em outras lojas no país.

Vamos espalhar essa novidade para que os proprietários de mercados de todos os países se empolguem e lancem essa moda. Já pensou que legal poder levar seu pequenino ao mercado para fazer as compras junto com você???  🙂

Fonte: Portaldodog.

Idosa de 89 anos tricota cobertores e casacos para cães abandonados!!!

Maisie Green, de 89 anos, é amante de animais e sempre gostou muito de tricotar, então uniu as duas coisas que mais gosta e resolveu fazer o bem para os cãezinhos da instituição “Dog Trust”, que ficou muito feliz ao receber esse presente.

A Dogs Trust é uma instituição de caridade que há mais de 100 anos trabalha para encontrar lares para cães em todo o Reino Unido.

Maisie tricota os casacos e cobertores à mão e se sente muito satisfeita com isso.

“Isso me mantém ocupada e muitas vezes gosto de tricotar enquanto vejo televisão”, disse Green. Ela leva três dias para tricotar um cobertor e um dia para fazer um casaco. “Estou muito feliz em poder ajudar os moradores de quatro patas do abrigo de alguma forma.”

A doce idosa já tricota há anos para a instituição, e até agora já fez cerca de 450 cobertores e casacos de lã para os pequeninos.

Maisie é voluntária, entre muitos outros, que ajudam regularmente os cães do abrigo.

De acordo com a “Dogs Trust”, seus abrigos cuidam de até 1,400 filhotes perdidos e abandonados.

Assim como muitos abrigos, o “Dogs Trust” tem o objetivo de incentivar as pessoas a ajudarem, através da doação de cobertores e casacos, deixando os pequeninos do abrigo a  ficarem mais confortáveis.

O abrigo está sempre convidando os amantes de animais para serem voluntários, assim como Maisie.

Os voluntários também podem visitar o abrigo e conhecer os pequeninos, oferecendo uma interação saudável com os humanos, o que pode ajudá-los a ter mais confiança.

A “Dogs Trust” é a maior instituição de caridade para o bem-estar dos cães do Reino Unido.

A instituição conta com 20 centros de reabilitação em todo o Reino Unido (e agora um na Irlanda), e chegam a cuidar de mais de 16.000 cães abandonados, indesejados e abandonados a cada ano. 

E essa senhora tão bondosa ajuda no crescimento do bem, através de suas doações.

Os pequeninos agradecem…

Fonte: jornaldeboasnoticias.

Estudos confirmam: Os cães podem sentir quando uma pessoa é má ou não…

Para quem pensa que os cães são apenas animais irracionais, que não tem sentimentos, está muito errado.

Já foi comprovado, através de muitos estudos que os peludinhos podem sentir emoções humanas, como diferenciar rostos felizes e irritados e até mesmo ficar com ciúmes.

A ciência confirmou também que eles também podem sentir se uma pessoa é ou não é confiável.

Uma coisa é certa: quando seu cãozinho dá sinais de não gostar de certa pessoa, fique atento, pois seu pequenino está querendo te mostrar que algo está errado.

Os cães entendem quando um ser humano aponta para algo, ou seja, quando apontamos para uma bola, brinquedo ou comida, o pequenino irá até o lugar ao qual a pessoa aponta para explorar.

O interessante é que as últimas pesquisas mostram que eles são rápidos em descobrir se estão sendo enganados ou não.

Em um estudo publicado na revista “Animal Cognition”, uma equipe liderada por Akiko Takaoka, da Universidade de Kyoto no Japão apresentou 34 cães e exercícios com três rodadas de apontar.

Na primeira rodada, os pesquisadores apontaram para um recipiente cheio de comida que estava escondido.

Na segunda rodada, eles apontaram para um recipiente vazio, também escondido.

Na terceira, apontaram novamente para aquele que estava com comida, embora os cães não tenham respondido a esta última indicação.

Isso sugere, de acordo com Akiko, que os cães poderiam usar sua experiência com o pesquisador para avaliar se eles são confiáveis.

Após essas rodadas, um novo membro do estudo apontou para o mesmo lugar do terceiro experimento e os animais seguiram essa nova pessoa com interesse.

Akiko contou que ficou surpreso ao ver que os cães não confiam no ser humano tão rapidamente.

“Eles têm uma inteligência social mais sofisticada do que pensamos, que evoluiu seletivamente em sua longa história ao lado dos seres humanos“.

O próximo passo seria testar outras espécies estreitamente relacionadas, como os lobos. Isso revelaria os “efeitos profundos da domesticação” na inteligência social dos cães.

Assim, o estudo destacou que os cães são atraídos para coisas previsíveis.

Assim que os eventos de suas vidas se tornam irregulares, eles procurarão coisas alternativas para fazer.

E se, constantemente, eles não sabem o que vai acontecer, poderão ficar estressados, agressivos ou temerosos. “Cães cujos donos são indecisos com eles, geralmente têm transtornos comportamentais”.

Esta última parte do experimento pode ser explicada pelo fascínio dos cães com algo novo: “Os cães são quase um banco de dados de gestos”, disse Bradshaw da Universidade de Bristol, “é por isso que o segundo pesquisador foi mais confiável porque o primeiro os decepcionou e eles lembraram”.

Para Victoria Standen, essa descoberta não é nenhuma surpresa. Ela possui um collie, que é considerada uma das raças mais inteligentes.

Quando você faz uma caminhada, o collie sempre fica atento ao seus passos e espera para ver qual caminho você vai tomar. “Muitas vezes eu o ensinei o caminho de volta para casa e ele, quando começava a caminhar por um local diferente do ensinado, olhava para mim como se perguntasse se aquele era realmente o trajeto certo”, disse Victoria.

Além disso, se um estranho provou ser pouco confiável, seu cachorro provavelmente desconfiará dele sempre. “Ficou bem claro que os cães são mais espertos do que se acreditava anteriormente”, confirmou.

Os cães têm uma sensibilidade muito grande ao comportamento humano, entretanto têm menos preconceitos. Eles vivem no presente, não pensam no passado, nem planejam o futuro.

Eles reagirão de acordo com a situação em vez de pensar profundamente sobre o que isso implica. “Então, é claro que os cães não ouvem atentamente quando fazemos um gesto como o do estudo mostrado, mas eles avaliam a informação que lhes damos com base na ajuda que eles conseguem alcançar seus objetivos”, disse Brian Hare, pesquisador envolvido no teste.

“Por exemplo, muitos cachorros de família podem ignorar os gestos que seus donos fazem quando eles apontam incorretamente e usam a memória para cheirar e encontrar o que estava escondido”, acrescentou.

Concluindo, se seu cão é geralmente amigável e se comporta diferente, com uma determinada pessoa, é bom prestar atenção ao que ele está tentando dizer.

Nossos peludinhos, na maioria das vezes, têm certeza se aquela pessoa é ou não confiável.

Fiquem atentos aos sinais!

Fonte: Asomadetodososafetos.

Você sabe o que o seu cãozinho quer dizer quando abana o rabinho? Veja as dicas

Muitas pessoas acreditam que toda vez que um cachorro balança a cauda, significa que ele está feliz. Esta é apenas uma opção, já que os especialistas que estudam o comportamento dos cães, descobriram que os pequeninos demonstram suas emoções com diferentes movimentos das caudas.

Veja abaixo algumas dicas para você entender o que seu cãozinho está querendo te dizer:

1- Cauda com movimentos circulares

Este é o clássico rabo quando o dono chega na casa depois de um longo dia de trabalho. A emoção do pequenino é tanta que ele não consegue mexer o rabo, mas começa a mexer todo o corpo de forma circular. Isso significa que seu cão está muito feliz e ansioso para brincar.

2-Cauda com movimentos lentos

Eles tendem a mover a cauda muito lentamente e mostram uma expressão de grande concentração. Este movimento pode indicar que o cão não está em uma atitude muito amigável e que ele está calculando com precisão o seu próximo movimento.

3- Cauda reta e apontando para cima

A cauda, ​​totalmente ereta e com pequenos movimentos trêmulos, indica que o cão se sente ameaçado e em alerta. Distingue-se de outras ocasiões em que esconde o rabo entre as pernas, porque ele se sente confiante em poder enfrentar o perigo; e essa é a sua maneira de alertar outros cães para ficarem longe dele.

4-Cauda curvada para a direita


Depois de muitas investigações, descobriram que, quando um cão tem a cauda para o lado direito, isso indica muito mais probabilidade de ser amigável do que quando movem a cauda para a esquerda. Eles costumam ter essa posição quando se aproximam de alguém que conhecem, ao passo que quando o têm à esquerda é porque estão com um estranho e ainda não se sentem seguros.

5- Cauda entre as pernas

Quando estão com a cauda para baixo, indica que eles se sentem tristes, mas quando a situação é mais tensa, eles também podem colocar a cauda entre as pernas. Eles fazem esse movimento para protegerem sua área genital e indicam que estão extremamente assustados.

6- Cauda super agitada

Se você perceber que a cauda do seu cão se move tão rápido que parece um tremor, isso geralmente indica que está em um momento tenso. Ao ver este sinal, devemos dar espaço ao cão para esperar que ele se acalme; e tente identificar o que lhe causa tanta tensão para poder ajudá-lo.

7- Cauda curvada em direção à cabeça

Há muitas caudas que, pela própria anatomia do cão, já ficam nessa posição; Mas se esta não é a posição normal da cauda do seu cão, então isso indica que ele sente uma emoção extrema. Pode variar de extrema alegria a ser extremamente alerta e defensivo. Para estes casos, é necessário ter em conta o resto da linguagem corporal do cão para saber mais precisamente o que acontece com ele.

Sem dúvida, embora não possam falar, os cães são muito expressivos e aproveitam tudo o que têm para se comunicar conosco; tudo é uma questão de prestar um pouco de atenção aos seus sinais.

Convidamos você a compartilhar essas 7 dicas para que outras pessoas possam entender claramente as mensagens de seus cães, através dos seus rabinhos.

Traduzido e adaptado por: Eu amo os animais

Fonte: Zoorprendente

Mulher compra vestido de noiva para cachorrinha a acompanhar até o altar

Quem disse que um casamento só homens e mulheres podem ser madrinhas e padrinhos?

E tantas pessoas amam tanto seus bichinhos de estimação, que fazem com que eles tornam—se protagonistas e testemunhas de momentos superimportantes.

Isso aconteceu com Jennifer Hindieh, que antes de dar o grande sim, passou muito tempo procurando um vestido que a fizesse sentir-se única e especial.

Ao contrário de muitas outras noivas, Jennifer escolheu dois vestidos, ela e seu cachorro Bailey vão caminhar juntos até o altar na companhia do pai da futura esposa.

Jennifer Hindieh e seu namorado adotaram o cão no North Hempstead Animal Shelter, em Nova York, quando ela tinha apenas 5 meses de idade.  E foi apartir daí que Bailey se tornou parte da família.

Desde que o jovem casal ficou noivo depois de 7 anos juntos, eles sabiam que Bailey, amigável e brincalhona, não hesitaria em ser a alma da festa marcada para setembro.

Enquanto compras para o seu vestido de casamento, Hindieh percebeu que seu fiel companheiro também precisava ter algo de especial para se sentir especial e então ele teve uma decisão chocante, ela comprou um vestido de noiva em linha Coco And Bushka Couture no Etsy.

Muitos podem pensar que o carregamento de um vestido de noiva é algo desconfortável para o cão, mas Bailey é usado para vestindo hoodies quando você anda fora com Jennifer, por isso usando um vestido de casamento não será um problema para o pequeno cão concurso.

Ao medir o vestido de Bailey, Jennifer Hindieh e sua mãe ficaram tão comovidas que era inevitável não pensar na cena emocional de ambos andando pelo altar, recebendo os olhos de todos os convidados. Ao comprar os pontos de vestir Hindieh:

“Eu decidi comprar um vestido para ela porque, sinceramente, ela é minha família, meu bebê e nossa vida com ela é o que nos completa, eu não tenho a certeza de que um dia vou ser mãe, mas pra mim ela é como uma filha”.

que torna cada dia tão especial, eu não sei se eu posso ter filhos, mas para mim, é como meu filho”.

Bailey é de longe, um cão resgatado e agradecido que vai usar um belo vestido no dia mais importante para qualquer mulher, Jennifer Hindieh vai caminhar até o altar ao lado do cachorro que ela resgatou. Claro, sabemos que eles vão ficar lindos e que eles vão roubar olhares de todos.

Traduzido e Adaptado por Eu Amo os Animais

Fonte: Zoorpreendente

Ele conseguiu uma família, mas sentiu tanto a falta da mãe adotiva que escapou para vê-la novamente

O voluntariado em um abrigo tem muitas vantagens, como estar cercado o tempo todo por animais maravilhosos que não desistem diante da adversidade. No entanto, isso torna ainda mais difícil dizer adeus a eles quando recebem uma família para levá-los para casa.

Esta foi precisamente a história de Geoffrey, um filhote de cachorro que gostava muito de seu zelador no abrigo PinkyPawsResQ, que muito infelizmente teve que dizer adeus para ele quando ele finalmente conseguiu uma família que o adotasse para lhe dar a vida que sempre mereceu.

Embora Geoffrey tivesse tudo em sua nova casa, para ele havia algo que fazia com que todos os confortos não fossem tão agradáveis ​​quanto deveriam tê-lo feito, porque o garotinho sentia muita falta de seu cuidador no abrigo.

O pobre cachorro era visto com um rosto muito triste , e geralmente dava gemidos melancólicos a cada vez que olhava pela janela, como se esperasse que o zelador fosse até sua nova casa para levá-lo embora.

Ele olhou pela janela, como se esperasse que eles viessem procurá-lo

Foi então que o desalentado Geoffrey pensou em um plano que em sua cabeça era infalível, fugir de sua nova casa para ir se encontrar novamente com aquele trabalhador amoroso do refúgio.

Sem nem esperar ele colocou seu palno em ação, mas pelo caminho sozinho pelas estradas as coisas foram ficando mais díficeis do que ele pensava e acabaram perdendo por vários dias . Entre sua desgraça, até mesmo um carro acabou atropelando-o, mas sua vontade de ferro não permitiu que nada disso impedisse sua busca.

Do outro lado da história, os proprietários entraram em contato com o trabalhador do abrigo e disseram-lhe o que havia acontecido, de modo que a mulher, sem hesitar, saiu em busca do cachorrinho desesperado. Mesmo sem ter uma pista específica, ela começou sua busca e, usando as redes sociais do abrigo, pediu ajuda às pessoas para localizar o paradeiro do pobre Geoffrey.

Depois de vários dias, uma pista muito boa sobre o paradeiro de Geoffrey parecia escondida em um depósito tenebroso, então seu zelador foi imediatamente vê-lo. Ao chegar ao local, o filhote estava escondido sob uma máquina completamente petrificada, porque não queria sair do local. Não foi até que ela começou a chamá-lo de que o garotinho saiu muito feliz com a tão esperada reunião.

Embora a casa em que haviam adotado Geoffrey fosse perfeita, seu cuidador sabia que não era certo mandá-lo de volta e decidiu de uma vez por todas ficar com ele para sempre. Atualmente, o cão mora com ela e desfruta da companhia dos cães que são bem-vindos enquanto recebem um novo lar.

O amoroso Geoffrey agora tem o lar perfeito e tudo graças a estar ao lado da pessoa que ele mais ama.

Traduzido e adaptado por Eu Amo os Animais

Fonte: Zoorpreendente

Pesquisas afirmam que personalidade dos cães se tornam semelhantes à de seus donos

Alguém já ouviu o ditado que diz: Cachorro velho não aprende truques novos? Segundo cientistas americanos, essa frase não condiz muito com a realidade. Através de uma análise comportamental feita por especialistas, com mais de mil tutores, foram observadas que a personalidade de cães pode sofrer alterações durante toda a vida.

O estudo também traz dados novos sobre o convívio entre os animais e os seres humanos. De acordo com os especialistas, os donos conseguem mudar a maneira como os animais agem, e essas alterações podem também estar ligadas à incidência de doenças. As descobertas foram publicadas recentemente na revista especializada “Journal of Research in Personality”.

Os pesquisadores inspiraram-se nas modificações comuns na personalidade humana para investigar o comportamento de cachorros.

“Quando passamos por grandes mudanças na vida, alguns traços podem mudar. Descobrimos que isso também acontece com os cães, e em um grau surpreendentemente grande”, conta William Chopik, professor de psicologia da Universidade Estadual de Michigan (EUA) e principal autor da pesquisa.

Mais de 1.600 tutores de animais foram entrevistados, com um total de 50 raças, variando entre fêmeas e machos, com idades entre apenas algumas semanas até 15 anos. Os questionários foram elaborados para avaliar a personalidade e o histórico comportamental dos bichos de estimação. Os donos responderam a uma pesquisa sobre a própria personalidade. Pessoas próximas a eles e aos animais, também receberam um questionário.

A análise mostrou que cães e tutores compartilham traços de personalidade específicos. Os pesquisadores afirmaram que as semelhanças detectadas entre os parceiros de vida foi expressiva.

Os humanos extrovertidos responderam que seus cães eram mais ativos e excitados, enquanto os humanos com altas emoções negativas responderam que os seus eram mais medrosos e menos suscetíveis. Os humanos que se classificaram como agradáveis responderam que seus cães eram menos medrosos e agressivos. Por fim, os voluntários que se sentiam mais felizes, com relação aos pets, responderam que seus cães eram ativos e excitáveis, além de responderem melhor ao treinamento.

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“Encontramos conexões em três áreas principais: idade e personalidade, nas semelhanças de personalidade entre humanos e cães, e na influência que a personalidade de um cão tem na qualidade de seu relacionamento com o seu dono”, detalha Chopik. “Cães mais velhos são muito mais difíceis de treinar. Descobrimos que o ‘ponto ideal’ para ensinar uma obediência é por volta dos seis anos de idade, quando se supera o excitável estágio de filhote. Depois disso, o ensino ainda tem efeito, só que é mais difícil”, completa.

Os traços que raramente mudaram com a idade dos cães foram o medo e a ansiedade.

O professor do Laboratório da Ecologia Comportamental da Universidade de Brasília (UnB), em Planaltina, Eduardo Bessa, destaca como a pesquisa americana tem uma abordagem atual: ver os animais de uma maneira individual e autônoma.

“Se você convive mais de um ano com um bicho, sabe que o comportamento dele oscila, até mesmo os silvestres. Nesse trabalho, foi feita a identificação dessas variações em diferentes idades e as características relacionadas à personalidade humana”, explica.

O especialista também ressalta que o método de análise escolhido foi acertado. “Quando você usa questionários, pode parecer que é algo tendencioso para ter as respostas que está esperando, e ainda tem o fato de que os donos geralmente querem que os animais se pareçam com eles. Mas no estudo também foram feitas perguntas para pessoas que convivem com o proprietário e o cachorro, isso ajuda a ter mais validade nos resultados”, explica.

Na próxima etapa da pesquisa, Chopik planeja examinar melhor de que forma os tutores influenciam o comportamento dos cães.

“Digamos que você adote um cachorro de um abrigo, que é medroso. Algumas características provavelmente estão ligadas à biologia e resistem a mudanças, mas você o coloca em um novo ambiente onde ele pode andar e se entreter com frequência. O cão, então, poderá se tornar um pouco mais relaxado e sociável”, ilustra. “Agora que sabemos que a personalidade pode mudar, queremos estabelecer uma forte conexão para entender por que os cães agem e se transformam.”

Fonte: correiobraziliense

Estudo afirma: Conversar com seu pet não é loucura, é sinal de inteligência social

Eu admito: eu falo com meus animais de estimação. Eu até tenho uma voz diferente para cada um. Meus amigos acham que é bobagem ou até um pouco louco eu conversar com meus pets. Mas Nicholas Epley, professor de ciência comportamental da Universidade de Chicago, discorda. Ele sente que é perfeitamente normal envolver-se nesse comportamento e, na verdade, pode indicar um nível mais alto de cognição social.

Nicholas é autor do livro “Mindwise”: Como entendemos o que os outros pensam, acreditam, sentem e querem.

Considerado um dos maiores especialistas do mundo sobre o fenômeno do antropomorfismo – a tendência de atribuir pensamentos, sentimentos ou características humanas a um objeto ou ser não humano. Antropomorfismo é comum em crianças, que são capazes de se divertir por horas a fio conversando com amigos e brinquedos imaginários. É um comportamento perfeitamente saudável e ajuda-os a desenvolver as habilidades sociais que precisarão mais tarde na vida.

Espera-se que superemos essa tendência à medida que envelhecemos e, na maioria das vezes, o fazemos. Mas, de acordo com Nicholas, confiar problemas de relacionamento aos nossos cães ou implorar aos nossos velhos carros para “Por favor, nos leve por mais alguns metros” não nos torna imaturos ou loucos, faz de nós seres humanos bem ajustados.

“Por séculos, nossa disposição em reconhecer mentes em seres “não-humanos” tem sido vista como um tipo de estupidez, uma tendência infantil ao antropomorfismo e à superstição que adultos educados e clarividentes superaram”, ele escreve em seu livro. “Eu acho que essa visão é tanto equivocada quanto infeliz. Reconhecer a mente de outro ser humano envolve os mesmos processos psicológicos que reconhecer uma mente em outros animais, um deus ou até mesmo um objeto. É um reflexo da maior capacidade do nosso cérebro, em vez de um sinal da nossa estupidez”.

O cérebro humano é programado para procurar os rostos – especialmente os olhos – dos outros por sinais de sua verdadeira natureza, uma habilidade que muitas vezes é responsável pela nossa própria sobrevivência. Quantas vezes você ouviu uma pessoa descrever um “mau pressentimento” que teve sobre alguém que mais tarde se revelou perigoso? De acordo com Nicholas, somos “hipersensíveis aos olhos porque eles oferecem uma janela para a mente de outra pessoa”. Com isso dito, não parece tão estranho que olhar nos olhos expressivos e cheios de alma de nossos queridos animais de estimação faíscas nosso desejo natural de fazer conexões sociais.

Também temos uma tendência a atribuir nomes às coisas que amamos – a forma mais comum de antropomorfismo. Os humanos têm feito isso com os objetos inanimados dos quais dependemos por mais de mil anos (pense em navios e armas). É natural desenvolver emoções para os objetos não humanos que desempenham um papel em nossa própria sobrevivência, embora saibamos que são apenas “coisas”.

O assunto sobre a antropomorfização de animais é um pouco mais complicado. Os cientistas consideram que os animais têm “mentes cinzentas” – o que significa que podem ter mentes conscientes semelhantes às nossas, mas não podemos provar isso de forma conclusiva. Podemos não ter a tecnologia para ler a mente de nossos cães e gatos, mas acho que aqueles de nós que passaram nossas vidas ao redor deles podem atestar que suas consciências emocionais são extremamente semelhantes às nossas. A capacidade de reconhecer animais como seres semelhantes com os quais podemos confiar e interagir é um sinal de inteligência social, e não um comportamento bizarro de animal de estimação. Então, da próxima vez que um amigo ou ente querido revirar os olhos quando conversar com seus animais de estimação, diga que você é mais socialmente desenvolvido do que eles – não espera que eles entendam!

Traduzido e adaptado por: Eu amo os animais

Fonte: iheartdogs